terça-feira, 2 de outubro de 2012

SORTEIO PARTICIPE!


quinta-feira, 13 de setembro de 2012



POLÊMICA
NO PROGRAMA FANTÁSTICO


MATÉRIA DE 09/09/2012 RETIRADA DO GRUPO IPSURDOS(Gediane Tenório
Especialização em Interpretação da Língua de sinais - LIBRAS
Graduada em Pedagogia)



Estou aqui para notificá-los a polêmica no programa Fantástico da TV Globo de ontem
(09/09/2012), ao assistir a matéria fiquei tremendamente inconformada com a
forma como o assunto "Surdez" foi tratada pelo programa.
A matéria fala sobre Implante Coclear e seus benefícios para que os surdos possam ouvir,
implantando um aparelho através de cirurgia. Para a comunidade ouvinte (ou
leigos do assunto) e até mesmo para determinados médicos, a Surdez é considerada
como algo que está "quebrado", "precisa de conserto", de "cura".
Não ficou claro para os teleespectadores que as pessoas surdas são livres, constituem
famílias, trabalham, estudam (se formam em cursos de graduação e pós-graduação)
que não usam implante coclear, usam a língua de sinais e são felizes. TV
Globo/Fantástico que tal mostrar isso, heim ????.
O programa tentou mostrar o quanto o aparelho é eficaz, porém o que ficou bem claro foi o
desaconforto que a pequena Laís sente ao ouvir pelo aparelho. Não sabemos a
qualidade do som ou o que ela ouve, mas o fato é que a incomoda.
Profissionais envolvidos na matéria deveriam atentar-se as "falas" e pesquisar sobre o tema ou
chamar profissionais da area para elaborar os textos, pois mesmo que sem
intenção acabam por ofender uma comunidade e propagar ilusões e
inverdades.

Surdez não é uma doença, não precisam de cura" e sim de respeito a diferença.

OBS: Entendemos perfeitamente a preocupação dos pais em relação a menina em proporcionar o bem a sua filha e não queremos aqui criticar a opção feita pelos pais.


À todos aqueles que queiram protestar, é só enviar uma mensagem ao programa "O que você achou do Fantástico deste domingo? ou pela ferramenta comentários aqui.


Confira!!

Trecho da reportagem....erro na maneira de se expressar e que acabou por causar grande constrangimento na comunidade surda.

Existem principais duas formas de curar a surdez. A primeira é a colocação de um aparelho de audição. Ele
funciona como um amplificador: aumenta o volume do som. Se o aparelho não resolve, a segunda opção é o implante coclear, que é colocado dentro do ouvido, através de uma cirurgia. Transforma o som em um impulso elétrico, e esse impulso é enviado para o cérebro, que interpreta aquele som.



Laís, de 3 aninhos, nunca ouviu som nenhum. “Quando ela fez um aninho, a gente
começou a perceber que ela não balbuciava nada.”, conta a mãe.

Os pais resolveram colocar o implante coclear. Um procedimento que é feito de graça na
rede pública de saúde. Quando o aparelho é ativado, ela estranha. O implante funciona conectado a uma parte externa, que Laís arranca assim que ouve o primeiro barulho. Depois de muita luta, ela aceita alguns segundos dessa nova sensação: o som.

“Ainda vai precisar de um tempinho pra se acostumar com essa coisa diferente que é o som. Mas ainda vai ouvir muita coisa bonita na vida dela”, diz o médico.

A pequena Laís chora e arranca o aparelho, logo que é ativado.

 




A pequena Laís, retirando o
implante.
Fonte: Site Fantástico.Postado por mim Gediane no blog http://maosquemeentendem.blogspot.com.br/

 

terça-feira, 17 de julho de 2012

As injustiças sofridas por quem tem deficiência auditiva/surdez



  • deficiente auditivo quer comprar um carro. Aí descobre que a deficiência auditiva é a única deficiência que NÃO tem direito a desconto no IPI e ICMS e muito menos isenção de IPVA. Nem Freud explica! Até mesmo pessoas com deficiência que não podem dirigir veículo automotor têm direito a esses descontos.
  • deficiente auditivo faz o seguro do carro. Caso se acidente, não tem como contatar nem polícia, nem bombeiros e muito menos o seguro – afinal, o único modo de contato é aquela inutilidade chamada ’0800 especial para deficientes auditivos e da fala’.
  • deficiente auditivo abre conta num banco e paga as tarifas como qualquer cliente, mas não tem como se comunicar com o banco fora do horário de expediente, a não ser que cometa fraude pedindo para alguém fingir que é ele ao telefone.
  • deficiente auditivo tem cartão de crédito, mas não tem como se comunicar com o mesmo – a não ser depois de fazer vários barracos e conseguir ser atendido por email, embora, obviamente, esse atendimento fique limitado a dias de semana e horário de expediente.
  • O deficiente auditivo decide cursar uma faculdade, mas não tem acessibilidade alguma. Ninguém nunca ouviu falar em sistema FM, hearing loop, legendas. E os professores ficam brabos se você pede para que eles falem de frente para poder ler seus lábios. Entretanto, se solicitar um intérprete de língua de sinais, será prontamente atendido. Quem entende isso?
  • O deficiente auditivo vai enfrentar fila numa repartição pública, aeroporto, banco ou loja, e quase sempre paga mico porque ou não tem aviso luminoso, ou tem mas criaturinhas não usam. Será que eles acham que deficientes auditivos são lenda urbana?
  • O deficiente auditivo vai pegar um avião, mas periga de perder o mesmo porque quando trocam o vôo de portão ou alteram o horário, avisam pelo alto falante.
  • Se o deficiente auditivo tiver a audácia de entrar numa fila especial para deficientes, vai ser constrangido e humilhado: sempre tem um infeliz que vem perguntar porque diabos você está ali, ou, pior, quando você explica que tem deficiência auditiva quase tem que mostrar as orelhas pro idiota ‘acreditar’ no fato.
  • Se o deficiente auditivo decide ir ao teatro, é quase certo que vá precisar criar os diálogos na sua própria cabeça. Acessibilidade? Bobagem, estão querendo demais.
  • Se o deficiente auditivo inventa de enfartar sozinho em casa, pobrecito. Vai chamar a ambulância como? Com a força do pensamento? Afinal, ambulâncias, bombeiros, SAMU, polícia e outros serviços de necessidade básica não atendem através de SMS de jeito nenhum!
  • deficiente auditivo chega em casa e quer assistir ao noticiário local, mas as emissoras regionais acham que closed caption é coisa do diabo, já que até hoje nenhuma disponibilizou.
  • deficiente auditivo vai ao cinema assistir a um filme nacional que teve patrocínio estatal (o qual ele possivelmente ajudou a pagar com os seus impostos), mas fica boiando porque os manés pouco se importam se ele precisa de legenda para entender o que é dito.
  • O deficiente auditivo faz um plano de saúde, mas é claro que o plano não tem atendimento via chat ou SMS. O único jeito de conseguir marcar consulta médica ou exames é pedindo para um parente/amigo/colega fazer isso por ele. Independência e autonomia? Só é direito de quem ouve!
  • deficiente auditivo decide gastar uma grana fazendo cursinho preparatório para concursos. Aí descobre que as vídeo-aulas não têm legendas simplesmente porque ninguém achou que isso seria necessário.
  • deficiente auditivo resolve pagar caro por um plano de TV a cabo. Aí, sem aviso prévio, sem eira nem beira, descobre que a TV a cabo decidiu dublar todos os seus seriados favoritos. O problema não é a dublagem, mas sim a falta de opção de legenda, oras!
  • O deficiente auditivo acha que é hora de comprar aparelhos auditivos novos e com tecnologia atual. Então, fica sabendo que a única ajuda que o governo oferece é um financiamento com juros reduzidos. Super justo, quando esse mesmo governo cobre de isenções e descontos outras próteses, outras deficiências e outras doenças. Fazer o que?
  • deficiente auditivo quer marcar uma hora num consultório de otorrinolaringologistas ou fonoaudiólogos. Constata que o consultório não tem atendimento via chat (embora tenha, claro, um site lindo) e, ao chegar lá, fica na sala de espera aguardando e se depara com uma TV sem o closed caption ativado. Osso duro de roer…
  • deficiente auditivo, azarado, fica preso no elevador. Começa a rezar pro anjo da guarda, afinal, hearing loop em elevador no Brasil é uma coisa tão improvável quanto ganhar na mega sena.
  • O deficiente auditivo cacifa (leia-se $$$$) uma palestra bem cara para se atualizar profissionalmente. Chegando lá, descobre que não há nenhum tipo de acessibilidade para ele. Tudo indica que os deficientes auditivos só trabalham em sub-empregos, certo? Afffffffffffff!
  • deficiente auditivo vai viajar. Ao chegar no hotel, descobre que serviço de quarto, só pelo telefone, e despertador vibratório, eles nunca ouviram falar e nem sabiam que existia. Mesmo que o hotel se diga ‘acessível’.
  • deficiente auditivo vai visitar um amigo. Ao chegar no prédio, constata que o interfone não tem vídeo e se vê naquela infeliz situação de ficar fazendo força na porta pra adivinhar quando o amigo a está abrindo…
  • deficiente auditivo participa de uma reunião no trabalho. Na qual nenhum colega se dá ao trabalho de pensar em acessibilidade ou sequer falar de frente para ele.
  • deficiente auditivo faz um esforço sobre-humano para ficar de aparelho auditivo em casa depois de um dia estafante e cheio de barulhos chatos no trabalho e na rua. A família pergunta, insistentemente “Você está de aparelho? Então como não ouviu o que eu disse?”.
  • O deficiente auditivo mora sozinho e vai dormir. O alarme do seu carro dispara. Os vizinhos sabem que ele está em casa, tocam na campainha, não obtém resposta. Aí arrombam a porta do seu apartamento. E quase matam o cara de susto!
  • deficiente auditivo se matricula num curso de inglês. A prova escrita ele tira de letra, mas a prova oral envolve ouvir e entender o que uma gravação de CD diz. Não é fácil…
  • deficiente auditivo deve comparecer a uma audiência no foro da comarca da sua cidade. Acessibilidade zero e ainda por cima juiz, promotor e advogados falam baixinho e sem articular os lábios decentemente.
  • O deficiente auditivo conhece alguém e a pessoa pede o número do seu celular. Quando ele avisa educadamente ‘por favor me envie torpedo pois não escuto no telefone’ quase sempre tem como resposta ‘como assim você não escuta ao telefone? que coisa mais estranha!’  junto com um par de olhos arregalados e uma expressão de pavor.
  • deficiente auditivo se inscreve na auto-escola. O instrutor o trata como um alien. E quando tira a carteira de motorista, ela diz “uso obrigatório de otofone ou prótese auditiva”. Otofone. OIII???
E então gente?? De quais outros “momentos ninguém merece” eu esqueci? Já pros comentários pra completar a lista!!!

(Extraido do Blog  Crônicas de Surdez)

sábado, 7 de julho de 2012

LIVRO

Formação de leitores surdos e a educação inclusiva
Martins, Sandra Eli Sartoreto de Oliveira

Sinopse
Ensinar crianças surdas a ler é o grande desafio que este livro discute. Afinal, ao longo da história da educação especial é grande a expectativa que se estabelece no processo de alfabetização da criança surda, tanto por parte de seus familiares quanto dos profissionais que a acompanham.
            Esta obra debate como o surdo, ao se constituir a partir das relações sociais e de outras manifestações de linguagens (oral, expressão corporal e facial, gestos e fragmentos de fala), consegue partilhar situações de produção da linguagem, por meio da leitura.
Ao considerar as crianças surdas como não indiferentes à criação cultural do mundo da escrita, a autora revela preocupação com sua inclusão e com o respeito a seus direitos, percebendo-as como cocriadoras da cultura. Para ela, se não há restrição ao acesso aos bens culturais, entre os quais a língua escrita, e portanto ao ato cultural de ler, pressupõe-se que a língua falada não será para o surdo uma língua estrangeira, e sim, à medida que pode ser compartilhada, também sua própria língua.
            Com vasto material empírico e análise cuidadosa e focada nos aspectos da prática educativa, este livro é particularmente útil para educadores que atuam no ensino regular e são chamados a participar da educação inclusiva.


domingo, 24 de junho de 2012

CRIANÇAS BRINCANDO - Anita Wadlley


 

Quando estou construindo com blocos no quarto de brinquedos,

Por favor, não diga que estou apenas brincando.

Porque enquanto brinco estou aprendendo

Sobre equilíbrio e formas.

Quando estou me fantasiando,

Arrumando a mesa e cuidando das bonecas,

Por favor, não fique com a idéia que estou apenas brincando.

Porque enquanto brinco estou aprendendo.

Eu posso ser mãe ou pai algum dia.

Quando estou pintado até os cotovelos,

Ou de pé diante do cavalete ou modelando argila,

Por favor, não me deixe ouvir você dizer: ele está apenas brincando.

Porque enquanto brinco estou aprendendo.

Estou me expressando e criando.

Eu posso ser um artista ou um inventor algum dia.

Quando você me vê sentado numa cadeira

Lendo para uma platéia imaginária,

Por favor, não ria e pense que eu estou apenas brincando

Porque enquanto brinco estou aprendendo.

Eu posso ser um professor algum dia.

Quando você me vê procurando insetos nos arbustos,

Ou enchendo meus bolsos com todas as coisas que encontro,

Não jogue fora como se eu estivesse apenas brincando

Porque enquanto brinco estou aprendendo.

Eu posso ser um cientista algum dia

Quando estou entretido com um quebra-cabeça,

Ou com algum brinquedo na minha escola,

Por favor, não sinta que é um tempo perdido com brincadeiras

Porque enquanto brinco estou aprendendo

Estou aprendendo a me concentrar e resolver problemas.

Eu posso estar numa empresa algum dia.

Quando você me vê cozinhando ou experimentando alimentos,

Por favor, não pense que porque me divirto, é apenas uma brincadeira.

Eu estou aprendendo a seguir instruções e perceber diferenças.

Eu posso ser um “chef” algum dia.

Quando você me vê aprendendo a pular, saltar,

Correr e movimentar meu corpo,

Por favor, não diga que estou apenas brincando

Eu estou aprendendo como meu corpo funciona.

Eu posso ser um médico, enfermeiro ou um atleta algum dia.

Quando você me pergunta o que eu fiz na escola hoje,

E eu digo, eu brinquei,

Por favor, não me entenda mal.

Porque enquanto eu brinco estou aprendendo.

Estou aprendendo a ter prazer e ser bem sucedido no trabalho.

Eu estou me preparando para amanha.

Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ESCOLA BILÍNGUE PARA SURDOS!








HOJE PELA MANHÃ REUNIRAM-SE NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE PORTO ALEGRE,REPRESENTAÇÕES DE ESCOLAS DE SURDOS,PROFESSORES,ALUNOS E PAIS;REPRESENTANTES DA FENEIS DO RS E BRASIL,DEPUTADO CARLOS GOMES,SENADOR PAIM E LIDERANÇAS SURDAS PARA DISCUTIR E ENCAMINHAR AO GOVERNO A PROPOSTA DE ESCOLAS BILÍNGUES NO NOSSO ESTADO,ONDE A LIBRAS É A PRIMEIRA LÍNGUA E O PORTUGUÊS ESCRITO A SEGUNDA.
AINDA TEREMOS MUITOS ENCONTROS E DISCUSSÕES MAS HOJE FOI MUITO ESPECIAL E EMOCIONANTE!

sábado, 26 de maio de 2012

HAWKEYE E A ORELHA AZUL AJUDA A UMA MÂE E SEU FILHO DEFICIENTE!




Não contente em ser uma das estrelas deste verão super-sucesso Avengers filme ( e com um solo de nova série de lançar este Verão), a Marvel Comics " Hawkeye é agora juntar-se com o herói com deficiência auditiva o companheiro orelha azul para ajudar a impulsionar um real confiança miúdo da vida e inspirando-o a usar o seu aparelho auditivo. Muito bom para um arqueiro, certo? O garoto em questão é de quatro anos de idade, morador de Nova Hampshire Anthony Smith, que se recusava a usar sua "orelha azul" aparelho auditivo porque, explicou, super-heróis não usam aparelhos auditivos. Desesperado por ajuda, a mãe de Antônio Christina D'Allesandro escreveu para a Marvel, na esperança de descobrir um super-herói que provou que ele estava errado - e é aí que o homem com o arco, flechas e propensão para a roupa roxa vem em (Maya Lopez aka Echo é uma outra audição caráter prejudicada em Marvel estável de heróis, embora ao contrário Hawkeye, ela é completamente surdo e não se beneficiaria de um aparelho auditivo). Hawkeye, como fãs de longa data sabe, tem sido deficientes auditivos desde uma batalha com Crossfire na década de 1980, algo que editor Bill Rosemann retransmitida depois de ler e-mail de Christina, como disse a robô de 6 : 




Tom Brevoort [ Marvel vice-presidente sênior de publicação] trouxe perda de Hawkeye de ouvir nos anos 80, que me incentivou a enviar uma foto dos Vingadores da Costa Oeste # cobertura 1 a Christina, sugerindo que ela diga Anthony que não só os super-heróis definitivamente usar aparelhos auditivos, mas que ele poderia ser um vingador honorário se ele usou a sua.
Mas a idéia de Anthony inspiradora não parou por aí. Rosemann continua:
Lauren Sankovitch passou o e-mail para Nelson Ribeiro em edições Coletados, que, em seguida, entregue o seu full-color Masterpiece Marvel Poderoso destacando a Orelha Azul corajoso. Finalmente, Tom Brennan estendeu a mão para Manny Mederos na Bullpen, que então chamou sua equipe-up incrível tiro de Hawkeye e Orelha Azul. Assim como cada um de nossos quadrinhos só podem atingir os leitores através da ação de muitas mãos, isso também foi um verdadeiro esforço de equipe.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

A ESCOLA DOS BICHOS

PARA REFLETIR....



Certa vez os animais resolveram preparar seus filhos para enfrentar as dificuldades do mundo e, para isso, organizaram uma escola. Adotaram um currículo prático, que constava de natação, corrida, escalada e vôo. Para facilitar o ensino, todos os alunos deveriam cursar todas as matérias e ao mesmo tempo, em regime seriado.

O pato, exímio em natação (melhor mesmo que seu professor), conseguiu notas regulares em vôo, mas era aluno fraco em corrida e escalada. Para compensar esta fraqueza, ficava retido na escola o dia todo, fazendo exercícios extras. De tanto treinar a corrida, ficou com os pés terrivelmente esfolados e, por isso, não conseguia mais nadar como antes. 

 Entretanto, como o sistema de promoção era a média aritmética das notas das várias disciplinas, conseguiu ser um aluno sofrível e ninguém se preocupou com o caso, exceto, naturalmente, o pobre pato. 

O coelho era o melhor aluno do curso de corrida, mas, de tanto tentar a natação sofreu tremendamente e acabou nervoso. 

 O esquilo escalava qualquer árvore, admiravelmente, conseguindo belas notas no curso de escalada, mas foi frustrado no de vôo, pois o professor o obrigava a voar de baixo para cima e ele insistia em usar os seus métodos, isto é, em subir na árvore e voar de lá para o chão. Em natação ele teve que se esforçar tanto que acabou por passar com a nota mínima em escalada, saindo-se mediocremente em corrida. 

A águia foi uma criança problema, severamente castigada desde o princípio do curso, porque usava métodos próprios para atravessar o rio ou subir nas árvores, o que era proibido, pois eles não estavam previstos no programa. 

No fim do ano, uma enguia anormal, que tinha nadadeiras, consegue a melhor média em todos os cursos; foi a oradora da turma. 

 Os ratos e cães de caça não entraram na escola, porque a administração recusou-se a incluir duas matérias que eles julgavam importantes: “como escavar tocas” e “como escolher esconderijos”. Acabaram por abrir uma escola particular, junto com as marmotas e, desde o princípio, obtiveram grande sucesso.

Autor desconhecido 


Retirado do Blog da Gi - Idéia Criativa

terça-feira, 22 de maio de 2012

Resenha: Os Sete Saberes Necessários À Educação Do Futuro (Edgar Morin)



Em 1999, a UNESCO solicitou ao filósofo Edgar Morin - nascido na França, em 1921 e um dos maiores expoentes da cultura francesa no século XX - a sistematização de um conjunto de reflexões que servissem como ponto de partida para se repensar a educação do século XXI.
Os sete saberes indispensáveis enunciados por Morin, objeto do presente livro:

- as cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão;
- os princípios do conhecimento pertinente;
- ensinar a condição humana;
- ensinar a identidade terrena;
- enfrentar as incertezas;
- ensinar a compreensão;
- a ética do gênero humano,
são eixos e, ao mesmo tempo, caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação e que estão preocupados com o futuro das crianças e adolescentes.
O texto de Edgar Morin tem o mérito de introduzir uma nova e criativa reflexão no contexto das discussões que estão sendo feitas sobre a educação para o Século XXI.
Aborda temas fundamentais para a educação contemporânea, por vezes ignorados ou deixados à margem dos debates sobre a política educacional.
Sua leitura levará à revisão das práticas pedagógicas da atualidade, tendo em vista a necessidade de situar a importância da educação na totalidade dos desafios e incertezas dos tempos atuais.
Seus capítulos - ou eixos - expõem a genialidade, clareza e simplicidade do filósofo Morin, num texto dedicado aos educadores, em particular, mas acessível a todos que se interessam pelos caminhos a trilhar em busca de um futuro mais humano, solidário e marcado pela construção do conhecimento.

I - As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão
É impressionante que a educação que visa a transmitir conhecimentos seja cega ao que é conhecimento humano, seus dispositivos, enfermidades, dificuldades, tendências ao erro e à ilusão e não se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer.
De fato, o conhecimento não pode ser considerado uma ferramenta "ready made", que pode ser utilizada sem que sua natureza seja examinada. Da mesma forma, o conhecimento do conhecimento deve aparecer como necessidade primeira, que serviria de preparação para enfrentar os riscos permanentes de erro e de ilusão, que não cessam de parasitar a mente humana. Trata-se de armar cada mente no combate vital rumo à lucidez.
É necessário introduzir e desenvolver na educação estudo das características cerebrais, mentais, culturais dos conhecimentos humanos, de seus processos e modalidades, das disposições tanto psíquicas quanto culturais que o conduzem ao erro ou à ilusão.

O calcanhar de Aquiles do conhecimento
A educação deve mostrar que não há conhecimento que não esteja, em algum grau, ameaçado pelo erro e pela ilusão. O conhecimento não é um espelho das coisas ou do mundo externo. Todas as percepções são, ao mesmo tempo, traduções e reconstruções cerebrais com base em estímulos ou sinais captados pelos sentidos. Resultam, daí, os inúmeros erros de percepção que nos vêm de nosso sentido mais confiável, a visão.

LEIA MAIS ....http://www.conteudoescola.com.br/resenhas/89-resenha-os-sete-saberes-necessarios-a-educacao-do-futuro-edgar-morin

A Construção de Uma Escola Inclusiva



Autora: Graziela Alves

O mundo vive a era da globalização, ou pode-se até dizer da pós-globalização, a cada dia que se passa mais e mais teorias são criadas e velhas são derrubadas, descobertas, lançamentos, mudanças ocorrem no clima, na política, na sociedade, no convívio das pessoas e mais particularmente na forma como se vê o mundo e como ele nos vê.
Todas essas transformações supra citadas são importantes e necessárias, afinal tudo está em constante evolução. O problema que ocorre é que junto com todas essas transformações, globalização, correria, acabou-se por esquecer certos valores indispensáveis à vida dos cidadãos. Muita coisa evoluiu, mas às vezes o básico foi esquecido, direitos como: todos terem condições para ter uma vida digna, de qualidade em todos seus aspectos,... Tudo isso ficou para um segundo plano, as desigualdades e injustiças sociais cresceram assustadoramente.
O discurso político é muito bonito em época de eleições, dizendo que as crianças são o futuro do mundo, do Brasil, lindo, maravilhoso, se realmente políticas fossem desenvolvidas a promover isso de verdade. Elas são o futuro sim, mas também são o presente, para se construir um futuro feliz é preciso começar a caminhar desde o presente tendo apoio em todos os seus aspectos.
Outro “jargão” que se criou “é de que tudo começa na escola”, realmente isso não deixa de ser verdadeiro, mas a família é à base de tudo, em segundo lugar, a escola é exatamente o local mais apropriado para aquisição de conhecimento e construção de consciência crítica, de se desenvolver a percepção mnemônica, o raciocínio lógico, o desejo de mudança, enfim, a construção do sujeito cidadão. Bem, se os principais objetivos das escolas são esses, como se pode admitir a existência de escolas excludentes?
Mas afinal, o que se entende por uma escola inclusiva? Será aquela que tem uma sala de recursos (tipo DA -deficiente auditivo - ou DV – deficiente visual), ou ainda é aquela que tem alunos cadeirantes, com síndromes,... Estudando nas classes comuns, será que essas são escolas realmente inclusivas?
A princípio, em um primeiro olhar, poder-se-ia dizer que sim. São escolas inclusivas. Mas pergunta-se: será que realmente essas unidades escolares não segregam e excluem essas crianças com deficiências de alguma forma? Não basta aceitar as pessoas com necessidades especiais, a unidade escolar precisa de toda uma estrutura adaptada para atendê-las: precisa de professores capacitados, requer profissionais para apoio pedagógico, médico, psicólogo, estrutura física e pedagógica diferenciados, enfim uma gama de profissionais e atendimentos são necessários.
Como tão bem salienta Aranha, 2004:
“Assim, uma escola somente poderá ser considerada inclusiva quando estiver organizada para favorecer a cada aluno, independentemente de etnia, sexo, idade, deficiência, condição social ou qualquer outra situação. Um ensino significativo, é aquele que garante o acesso ao conjunto sistematizado de conhecimentos como recursos a serem mobilizados”.
Construir uma escola inclusiva, não é assim tão fácil precisa dos principais ingredientes da receita: vontade de que as coisas realmente aconteçam, perseverança, fé, entusiasmo, superação, não pode haver nenhum tipo de discriminação ou preconceito, entre outros ingredientes, resumindo, precisa-se ter vontade, é querer, é acreditar que pode dar certo e o mais importante ter consciência de que muito já se está sendo feito mais ainda é pouco, existe grande distância entre o real e o ideal, é perceber que se irá errar muitas vezes e fracassar, mas é ter coragem para reconhecer que errou e seguir em frente. Pois como já dizia Paulo Freire “Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa, por isso aprendemos sempre”. Todos possuem limitações, ninguém é perfeito.
Segundo Mantoan apud Gil, 1997:
“A inclusão causa uma mudança de perspectiva educacional, pois não se limita a ajudar somente os alunos que apresentam dificuldades na escola, mas apóia a todos: professor


domingo, 20 de maio de 2012

Meio Ambiente - Vídeo Infantil como Recurso Pedagógico




         O vídeo se bem usado é um excelente recurso para o professor que deseja ter uma aula participativa e de grande significado. As possibilidades de uso são intermináveis e cabe ao professor analisar cada material antes de mostrá-lo para a turma, procurando tirar dele o máximo de aproveitamento possível para não fazer do recurso apenas enrolação ou tapa buraco para as horas em que a turma está agitada
         Uma série de desenhos excelente para trabalhar a o tema transversal Meio Ambiente é "Os Minúsculos". Em cada episódio de poucos minutos, sem fazer uso de palavras as crianças entram em contato com o mundo dos pequeninos insetos e observam paisagens do campo ou da cidade.O mundo visto do ponto de vista dos insetos é uma coisa impressionante e a criança consegue ampliar sua visão de mundo e desenvolver sua capacidade cognitiva através da observação e argumentação.









Nesse vídeo as Joaninhas aparecem e tomam a cena,  abrindo margem para trabalharmos interdisciplinarmente com assuntos como:
Número e quantidade ( quantas filhinhas mamãe joaninha tem?),
Letra Inicial dos personagens envolvidos no contexto -  J (joaninha), M ( moscas), A (aranha). Coordenação motora através de desenho e pintura da Joaninha ou colagem de pedacinho de EVA no desenho que a professora disponibilizar.
Será muito interessante, de igual modo explorar o vídeo através de discussão com a turma com perguntas simples como: 

Que barulhos você consegue identificar no vídeo?
O que a mamãe Joaninha estava ensinando para as filhas?
O que você acha que a Joaninha falou para a aranha? 
Você viu quantos olhos a aranha tem?
As filhas de dona Joaninha aprenderam o que sua mamãe ensinou? 
A oportunidade de exploração do vídeo é excelente e as crianças adoram os 
Minúsculos.


Retirado do Blog Ideia Criativa - Gi Barbosa

sexta-feira, 18 de maio de 2012

ALFABETIZANDO COM A TURMA DA MÔNICA



Encontrei no blog http://alfabetizandoturmadamonica.blogspot.com.br/ um vídeo de um trabalho apresentado na 2ª Mostra da Educação Municipal Guarulhos 2011 "Revelando saberes, socializando práticas na construção da qualidade social da Educação". O trabalho é muito interessante, pois nele as professoras Mônica Martins e Giselle Fevereiro fazem uma fundamentação teórica da alfabetização, expõe os níveis de Hipóteses da Escrita e as atividades favoráveis para que a criança avance em cada nível.  Clique no vídeo para conhecer o trabalho delas.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

"O surdo deve ser educado no idioma materno e por meio dele", diz o psicólogo Fernando Capovilla



Responsável pelo maior estudo já feito no mundo sobre o desenvolvimento de cognição e linguagem de estudantes surdos, com 9.200 avaliados, Fernando Capovilla é enfático: “Não se rouba a língua de uma criança.” O levantamento faz parte do Programa Nacional de Avaliação do Surdo (Pandes), em curso desde 1995. Recebeu financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).


Quem foi avaliado?

Avaliamos surdos e deficientes auditivos, estudantes em escolas especiais bilíngues e em escolas comuns sob inclusão. Alunos surdos são aqueles cuja língua materna é a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e adquirem o português como segunda língua. Deficientes auditivos são aqueles cuja língua materna é o português.

Qual foi a metodologia?

Os alunos surdos foram avaliados numa bateria de mais de 25 instrumentos psicométricos e neuropsicológicos, durante cerca de 20 horas. Avaliamos funções e competências como leitura alfabética e orofacial de palavras em português, compreensão de leitura de textos, qualidade ortográfica da escrita, compreensão de sinais da Libras, etc. Além disso, também adaptamos provas nacionais de habilidades, como a Provinha Brasil e a Prova Brasil.

Quais os resultados?

Descobrimos que as crianças surdas se tornam capazes de fazer leitura orofacial apenas à medida em que se tornam capazes de fazer leitura alfabética. Também adquirem capacidade de fazer leitura alfabética e de compreender textos mais cedo e melhor em escolas especiais bilíngues do que em escolas comuns. A proficiência em Libras aumenta a proficiência em português (leitura e escrita alfabéticas) que, por sua vez, aumenta a probabilidade de desenvolvimento da habilidade de leitura orofacial. Crianças surdas privadas de ensino-aprendizagem em Libras na educação infantil e no ensino fundamental aprendem a ler e escrever mais tardiamente e menos proficientemente, e têm mais dificuldade em fazer leitura orofacial.

Logo, como deve ser a educação do surdo?

A educação do surdo deve se dar em seu idioma materno e por meio dele. Por isso, a criança surda deve ter acesso a uma comunidade escolar linguística sinalizadora desde a educação infantil até pelo menos meados do ensino fundamental. Tendo educação em Libras no turno principal, a criança deve aprender conteúdo escolar em Libras e a partir dela aprender sistematicamente a língua portuguesa. Finalmente, deve fazer uso do português (leitura e escrita alfabéticas proficientes, leitura orofacial proficiente) para aprender conteúdo escolar em nível cada vez mais profundo e em escopo cada vez mais amplo e compreensivo.

E como fica a inclusão?

A inclusão em escola comum com apoio no contraturno é muito boa para crianças com deficiência auditiva. Para os surdos, o melhor arranjo é ensino-aprendizagem em escola bilíngue até pelo menos o 5.º ano do ensino fundamental.

Há prejuízos, além dos educacionais, para um aluno surdo “incluído” em uma classe convencional?

A linguagem talvez seja a característica mais essencialmente humana, dentre todas aquelas de que dispomos. E ela se desenvolve naturalmente quando somos expostos a uma comunidade linguística cuja modalidade de comunicação é adequada à nossa. Se a modalidade da língua se adequa à modalidade que a criança tem intacta, o desenvolvimento da linguagem se dá de modo natural. Isso é de importância crucial, já que a linguagem é o principal veículo de consciência, aprendizagem, memória, pensamento e expressão. Privação de desenvolvimento de linguagem é uma das maiores tragédias a que se pode condenar um ser humano.




quarta-feira, 16 de maio de 2012

MUSEU IBERÊ CAMARGO COM VISITAS GUIADAS COM INTÉRPRETE EM LIBRAS

 PROGRAMAÇÃO ABAIXO:
Quinta-feira, dia 17/05, às 17h - Visita guiada às exposições Conjuro do mundo – as figuras-cesuras de Iberê Camargo e Leonilson – Sob o peso dos meus amores.
Sexta-feira, dia 18/05 às 17h – Visita guiada à exposição Conjuro do mundo – as figuras-cesuras de Iberê Camargo acompanhada de um intérprete de Libras.
Sábado, dia 19/05 às 17h – Visita guiada com foco nos aspectos arquitetônicos da Fundação Iberê Camargo, com apresentação de vídeo sobre a construção do prédio e acompanhamento de um intérprete de Libras.
Domingo, dia 20/05 às 17h – Visita guiada à exposição Leonilson – Sob o peso dos meus amores, acompanhada de um intérprete de Libras

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sites sobre Educação inclusiva



Rede Saci
 - A Rede SACI atua como facilitadora da comunicação e da difusão de informações sobre deficiência, visando a estimular a inclusão social e digital, a melhoria da qualidade de vida e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência. O site disponibiliza diversas notícias e artigos relacionados a educação especial e inclusão, acessibilidade e tecnologia. Há também espaço para interação entre os usuários da rede.
Núcleo de Informática na Educação Especial da UFRGS - Este site disponibiliza informações sobre os projetos desenvolvidos, links de referência, relatos do trabalho com alunos e textos relacionados à informática na educação especial.
Acesso Brasil - Neste site é  possível encontrar notícias sobre acessibilidade para diversos tipos de deficiência, além de acessar um curso com recusos multimídia sobre a língua de sinais brasileira (LIBRAS). Há também o DaSilva, uma ferramenta para avaliação de acessibilidade de sites.
Escola de gente - Este site, que tem como objetivo democratizar o conceito e a prática da sociedade inclusiva, disponibiliza diversos textos, dicas de sites, notícias e informações sobre cursos.
Entre Amigos - Este site disponibiliza informações, textos e dicas sobre a pessoa com deficiência. Tambem possui um canal de comunicação entre os visitantes.
Braille Virtual logo
A Faculdade de Educação da USP disponibiliza  o curso on-line aberto, público e gratuito de Braille. O curso é orientado não só a educadores, como também crianças, pais e professores.
Deaf-blogs - Este é um site que tem como objetivo reunir pessoas surdas de diversas localidades do mundo para que compartilhem suas experiências utilizando Língua de Sinais.
Professor Francisco Goulão - Esta é a página oficial do professor português, surdo e especializado na área de surdes. Há links para outros sites do professor e também para as suas histórias ilustradas dedicadas a alunos surdos.
OPPI: Observatório de políticas públicas de infoinclusão - O OPPI tem como objetivo  estimular a participação da sociedade civil na formulação e implementação de políticas públicas nesta área. No site há informações, links e artigos relacionados à infoinclusão.


FONTE : Sites sobre Educação inclusiva/educacao_inclusiva_sites.html

MODA INCLUSIVA


 A moda inclusiva vem ganhando espaço a cada dia, graças aos esforços de estilistas brasileiros que estão investindo na área em termos de pesquisa e custo, diferentemente da moda inclusiva que é feita na Europa a custo elevado.
Aqui no Brasil, temos exemplo de dedicação e criatividade no lançamento de produtos adaptados na área da moda. Estamos falando da estilista Cândida Cirino, que busca inspiração na realidade do cliente criando peças fundamentadas no perfil do público-alvo, seguindo tendências de modelagem e estampas, auxiliando na escolha e desenvolvimento de looks e acessórios, e proporcionando participação no processo de construção das peças.
Apostando na moda inclusiva, Candida pensa em cada detalhe e trouxe para a Feira Reatech 2012, que aconteceu entre os dia 12 e 15 de abril em São Paulo,uma luva adaptada para locomover cadeira de rodas. Estilo e proteção para as mãos, não só de cadeirantes, mas também para usuários de bengalas e muletas.
As luvas "My Space" foram desenvolvidas visando sofisticação e praticidade, indispensável para homens e mulheres de atitude. Atendendo gostos e estilos diversificados, acompanha tendências da moda em cores e estampas "animal prints". Combinando com looks casuais é sinônimo de ousadia fashion. Por falar em ousadia fashion, a estilista levou para as passarelas da feira um look ecofashion, mostrando que elementos orgânicos podem ser utilizados nos looks de forma criativa. Rayane Landin, modelo com paralisia cerebral que faz parte do casting da fotógrafa Kica de Castro, foi escolhida para desfilar e apresentar a criatividade de Candida Cirino no mundo fashion, que preocupa-se com usuários de cadeira de rodas no dia a dia.
Para conhecer mais sobre a estilista e seus projetos, acesse o site:
www.candidacirino.com.br